Video-jogos: o perigo de uma exposição massiva Cibercultura, Jogos - 20 de Setembro de 2011


Uma das possibilidades oferecida pela indústria dos video-jogos passa, hoje mais do que nunca, pela sua utilização em ambientes multiplayer, beneficiando das rápidas ligações de banda larga e recrutando cada vez mais jovens para uma experiência – outrora encerrada na disputa jogador-máquina – interactiva e o mais real possível. Hoje, desde terna idade, as crianças utilizam consolas de jogos, transportando-as, inclusive, para as escolas. Se esta utilização massiva de produtos em que a imagem e o movimento rápido imperam pode ser benéfica nos primeiros anos de vida (Cf. Howard Gardner, Arte, Mente e Cérebro, 1999), o mesmo não poderá ser dito da sua utilização em idade escolar. Partindo de um workshop realizado na Faculdade de Filosofia de Braga, com a participação da Professora Adriana Baptista, da Escola Superior de Educação do Porto, com o título “Percepção, Leitura e Análise de Imagens”, explica-se a partir de uma base científica os possíveis efeitos nocivos de uma exposição exagerada ao movimento intenso das imagens video.

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